Missa

Muitas são, por parte de Maria, as mensagens que convidam ao encontro com o Amor. Em que espaço e em que tempo? Onde é que esse encontro amoroso se pode dar e se dá na realidade? De apelo em apelo, Nossa Senhora diz-nos que é na Eucaristia, no encontro contínuo e, se possível, diário  de Jesus com quem O procura que todo o ser humano aprende o que é a vida e a morte, o seu sentido, e a descobrir a “amizade e o amor, que dão ao ser humano a força de amar, de perdoar incondicionalmente, de ser misericordioso” e a “dar-se sem distinção aos amigos e inimigos”  . Mas como convencer uma grande parte de quem vai à Missa, que não é “arrastando” os pés e o corpo, que esse encontro se deve dar? Como explicar à grande maioria das pessoas que não vão à Missa, que ela não é àquela hora ou meia hora impaciente que se passa à espera da bênção final? É o que Nossa Senhora tenta dizer- nos, quando no dia 25 de Janeiro de 1998, pede que a encaremos, não como um simples hábito, mas como Vida; acrescentando que se a Eucaristia for vivida assim, a necessidade desse encontro será cada vez maior e crescer-se-á em virtude e santidade.

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