“Angelus” Oração do meio dia


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V. O Anjo do Senhor anunciou a Maria.
R. E Ela concebeu do Espírito Santo.
Ave Maria…

V. Eis a escrava do Senhor.
R. Faça-se em mim segundo a Vossa Palavra.
Ave Maria…

V. E o Verbo divino encarnou.
R. E habitou no meio de nós.
Ave Maria…

V. Rogai por nós Santa Mãe de Deus.
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos. 
Infundi, Senhor, como Vos pedimos, a Vossa graça nas nossas almas, para que nós, que pela Anunciação do Anjo conhecemos a Encarnação de Cristo, Vosso Filho, pela sua Paixão e Morte na Cruz, sejamos conduzidos à glória da ressurreição. Por Nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

“Angelus” Oração do meio dia


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V. O Anjo do Senhor anunciou a Maria.
R. E Ela concebeu do Espírito Santo.
Ave Maria…

V. Eis a escrava do Senhor.
R. Faça-se em mim segundo a Vossa Palavra.
Ave Maria…

V. E o Verbo divino encarnou.
R. E habitou no meio de nós.
Ave Maria…

V. Rogai por nós Santa Mãe de Deus.
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos. 
Infundi, Senhor, como Vos pedimos, a Vossa graça nas nossas almas, para que nós, que pela Anunciação do Anjo conhecemos a Encarnação de Cristo, Vosso Filho, pela sua Paixão e Morte na Cruz, sejamos conduzidos à glória da ressurreição. Por Nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

Papa: rezar, celebrar e imitar Jesus para conhecê-Lo


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Para conhecer Jesus, não basta estudar, mas rezar e imitá-Lo: palavras do Papa Francisco na Missa celebrada esta manhã na Casa Santa Marta.
Comentando a afirmação de Jesus “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, Francisco observou que o “conhecimento de Jesus é o trabalho mais importante da nossa vida”.
Para isso, o estudo é sim importante, mas não suficiente. “Algumas pessoas, afirmou ele, acreditam que somente as ideias nos levarão ao conhecimento de Jesus. Inclusive entre os primeiros cristãos se pensava assim. Mas, no final, ficam presos em seus pensamentos:
As ideias por si só não dão vida e quem percorre o caminho somente das ideais acaba num labirinto e não sai mais! É por isso que, desde o início da Igreja, existem as heresias. As heresias são isto: tentar entender quem é Jesus somente com a nossa mente e a nossa luz. Um grande escritor inglês dizia que a heresia é uma ideia que enlouqueceu. É assim. Quando as ideais estão sós, enlouquecem… Este não é o caminho!

Para conhecer Jesus – afirmou o Papa – é preciso abrir três portas:
Primeira porta: rezar a Jesus. O estudo sem oração não serve. Rezar a Jesus para conhecê-Lo melhor. Os grandes teólogos fazem teologia de joelhos. E com o estudo, com a oração, nos aproximamos um pouco…. Mas sem oração jamais conheceremos Jesus. Jamais! Segunda porta: celebrar Jesus. Não basta a oração, mas também a alegria da celebração. Celebrar Jesus nos seus Sacramentos, porque ali nos dá a vida, a força, o alimento, o conforto, a aliança e a missão. Sem a celebração dos Sacramentos, não conseguiremos conhecer Jesus. Isso é próprio da Igreja: a celebração. Terceira porta: imitá-Lo. Pegar o Evangelho: o que Ele fez, como era a sua vida, o que nos disse, o que nos ensinou e tentar imitá-Lo.

Entrar por essas três portas – disse ainda Francisco –, significa “entrar no mistério de Jesus”. Somente se formos capazes de entrar no seu mistério poderemos conhecer Jesus, “sem medo”:
Podemos hoje, durante o dia, pensar em como anda a porta da oração na minha vida: mas a oração do coração, não a do papagaio! Como anda a celebração cristã na minha vida? E a imitação de Jesus? Como imitá-Lo?

Para quem não se lembra porque o Evangelho está “todo empoeirado e nunca é aberto”, o Papa aconselhou a abri-lo, pois lá encontrará como imitar Jesus.
“Pensar como estão essas três portas na nossa vida fará bem a todos”, concluiu.
A missa na Casa Santa Marta foi a única atividade do Papa Francisco esta manhã. Os demais compromissos previstos foram cancelados devido a uma leve indisposição do Pontífice

 

Por news.va

“Angelus” Oração do meio dia


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V. O Anjo do Senhor anunciou a Maria.
R. E Ela concebeu do Espírito Santo.
Ave Maria…

V. Eis a escrava do Senhor.
R. Faça-se em mim segundo a Vossa Palavra.
Ave Maria…

V. E o Verbo divino encarnou.
R. E habitou no meio de nós.
Ave Maria…

V. Rogai por nós Santa Mãe de Deus.
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos. 
Infundi, Senhor, como Vos pedimos, a Vossa graça nas nossas almas, para que nós, que pela Anunciação do Anjo conhecemos a Encarnação de Cristo, Vosso Filho, pela sua Paixão e Morte na Cruz, sejamos conduzidos à glória da ressurreição. Por Nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

Na audiência geral Papa Francisco evoca tragédia numa mina da Turquia e mortos recentes no Mediterrâneo


 

A tragédia dos mineiros soterrados nas galerias de uma mina da Turquia e as pessoas que perderam a vida nos últimos dias, afogados no Mediterrâneo – foram recordados com grande participação pelo Papa, no final da audiência geral de hoje, convidando a rezar por uns e por outros:
“Convido-vos a rezar pelos mineiros que ontem morreram na mina de Soma, na Turquia, e por todos os que se encontram ainda bloqueados nas galerias. O Senhor acolha na Sua casa os defuntos e conforte os seus familiares.
Rezemos também pelas pessoas que nestes dias perderam a vida no Mar Mediterrâneo. Coloquem-se no primeiro lugar os direitos humanos e unam-se as forças para prevenir estes vergonhosos morticínios”
Prosseguindo a série de catequeses sobre os dons do Espírito Santo, Papa Francisco falou hoje do dom da Fortaleza. Eis o resumo proposto em língua portuguesa:
“Com o dom da Fortaleza, o Espírito Santo vem em auxílio das nossas fraquezas e limitações. No Evangelho, Jesus fala-nos do Pai do Céu que, à semelhança do semeador, lança a semente da sua Palavra no nosso coração; muitas vezes, porém, este coração é terra árida na qual a Palavra, mesmo acolhida, corre o risco de ficar estéril.
Com o dom da Fortaleza, o Espírito Santo liberta o terreno do nosso coração da tibieza, de incertezas e medos que impedem a Palavra divina de frutificar. Hoje não faltam situações de perseguição, nas quais os cristãos continuam a celebrar e testemunhar a sua fé a preço da própria vida; isto é inexplicável humanamente. Só se explica com a ajuda do Espírito Santo que infunde fortaleza e confiança mesmo nas circunstâncias mais difíceis da nossa vida.
Mas faz isso só nestas situações extraordinárias? Não! O dom da Fortaleza alimenta a nossa santidade na vida ordinária de cada dia. Para vencermos a preguiça ou o desânimo que nos assaltam, invoquemos o Espírito Santo que sempre comunica nova força e entusiasmo à nossa existência vivida seguindo os passos de Jesus.”
Não faltou uma saudação especial aos peregrinos lusófonos:
Uma cordial saudação a todos os peregrinos de língua portuguesa, especialmente ao grupo de Schoenstatt e aos fiéis de Franca e do Rio de Janeiro. Este mês de Maria convida-nos a multiplicar diariamente os actos de devoção e imitação da Mãe de Deus. Rezai o terço todos os dias! Deixai a Virgem Mãe possuir o vosso coração, confiando-Lhe tudo quanto sois e tendes! E Deus será tudo em todos… Assim Deus vos abençoe, a vós e aos vossos entes queridos!”

 

Por news.va

Quem acha que sabe tudo, não pode entender Deus – o Papa em Santa Marta


 

Quem acha que sabe tudo não pode entender Deus – esta a mensagem principal do Papa Francisco na manhã desta terça-feira na Missa em Santa Marta.
As leituras do dia – observou o Santo Padre – mostram-nos dois grupos de pessoas. Na Primeira Leitura encontramos aqueles que foram dispersos devido ao assassinato de Estevão e que com eles levam a semente do Evangelho e proclamam-no por todo o lado. Chegam mesmo ao coração dos pagãos, abrindo, assim, as portas àqueles que eram considerados impuros. E tudo isto foi possível porque foram dóceis ao Espírito Santo.
“…o Espírito Santo suavemente leva-nos e a virtude é deixar-se levar pelo Espírito Santo, não fazer resistência ao Espírito Santo, ser dóceis ao Espírito Santo. E o Espírito Santo age hoje na Igreja, age hoje na nossa vida.”
O segundo grupo que nos apresentam as Leituras é aquele dos intelectuais, que se aproximavam de Jesus no templo: são os doutores da lei. Com estes Jesus teve sempre problemas. Para esta gente existem apenas os mandamentos – sublinhou o Papa Francisco – não existe coração, amor, beleza ou harmonia – mas é gente que quer apenas explicações.
“E tu dás-lhes explicações e eles, não convencidos, voltam com outra pergunta. E assim: andam, andam… Como andaram à volta de Jesus toda uma vida, até ao momento que conseguiram apanhá-lo e matá-lo! Estes não abrem o coração ao Espírito Santo! Creem que mesmo as coisas de Deus se possam entender apenas com a cabeça, com as ideias. São orgulhosos. Acreditam que sabem tudo. E aquilo que não entra na sua inteligência não é verdade. Até podes ressuscitar um morto à sua frente, que não acreditam!”

“Esta gente tinha-se desligado, não acreditava no Povo de Deus, acreditavam apenas nas suas coisas e, assim, tinham construído todo um sistema de mandamentos que distanciavam a gente impedindo-as de entrar na Igreja, no povo. Não podiam crer! Este é o pecado de resistir ao Espírito Santo.”

O Papa Francisco terminou a sua homilia pedindo ao Senhor que nos dê a graça da docilidade ao Espírito Santo para nos defendermos do orgulho e da soberba.

 

Por news.va

“O Espírito Santo faz a Igreja avançar para além dos limites, sempre mais além” – Papa Francisco na Missa em Santa Marta


 

“Quem somos nós para fechar as portas” ao Espírito Santo? Esta a pergunta deixada esta manhã, na homilia da Missa de Santa Marta, pelo Papa Francisco, comentando a prima Leitura, dos Atos dos Apóstolos, que fala da extensão do cristianismo aos pagãos (que não eram de origem judaica). O Espírito Santo – sublinhou o Papa – faz a Igreja avançar “para além dos limites, sempre mais além”.
O Espírito sopra onde quer, mas uma das tentações mais frequentes de quem tem fé é bloquear-lhe o caminho e pilotá-lo numa direcção ou noutra. Uma tentação que surgiu já nos alvores da Igreja, como mostra a experiência vivida por Pedro na passagem dos Atos proposta hoje pela liturgia. Uma comunidade de pagãos acolhe o anúncio do Evangelho e Pedro é testemunha ocular da descida do Espírito Santo sobre eles. Antes, hesitara em ter contacto com o que sempre tinha considerado “impuro”. Depois, sofreu duras críticas da parte dos cristãos de Jerusalém, escandalizados pelo facto de ele ter comido com gente “não circuncidada”. Um momento de crise interna.
Pedro compreende o erro quando uma visão o ilumina sobre uma verdade fundamental: o que foi purificado por Deus ninguém o pode classificar de “profano”. E ao narrar estes factos à multidão que o critica, o Apóstolo – recorda o Papa Francisco – tranquiliza todos com esta afirmação: “Se portanto Deus lhes deu o mesmo dom que a nós, por terem acreditado no Senhor Jesus Cristo, quem sou eu para por impedimento a Deus?”
“Quando o Senhor nos faz ver o caminho, quem somos nós para dizer: ‘Não, senhor, não é prudente! Não, façamos assim’ … E Pedro naquela primeira diocese – a primeira diocese foi Antioquia – toma esta decisão: ‘Quem sou eu para pôr impedimentos?’. Uma óptima palavra para os bispos, os sacerdotes e também para os cristãos. Mas quem somos nós para fechar portas? Na Igreja primitiva, e mesmo hoje, existe aquele ministério do Ostiário. E o que fazia o Ostiário? Abria a porta, recebia a gente, fazia-as passar. Mas nunca foi o ministério de quem fecha a porta, nunca”.
Ainda hoje, repete o Papa Francisco, Deus deixou a liderança da Igreja “nas mãos do Espírito Santo”. “O Espírito Santo – continua ele – é aquele que, como disse Jesus, nos vai ensinar tudo” e “nos ajudará a recordar o que Jesus nos ensinou”:“O Espírito Santo é a presença viva de Deus na Igreja. E’ ele que conduz a Igreja, que faz caminhar a Igreja. Sempre mais, para além dos limites, mais em frente. O Espírito Santo com os seus dons guia a Igreja. Não se pode compreender a Igreja de Jesus sem este Paráclito, que o Senhor nos envia para isso. E faz estas opções impensáveis, mas impensáveis! Para usar uma palavra de São João XXIII: é mesmo o Espírito Santo que actualiza a Igreja: na verdade, ele a actualiza e a faz caminhar para frente. E nós cristãos devemos pedir ao Senhor a graça da docilidade ao Espírito Santo. A docilidade a este Espírito, que nos fala no coração, nos fala nas circunstâncias da vida, nos fala na vida eclesial, nas comunidades cristãs, nos fala sempre”.

 

Por news.va

Papa recebe Ban Ki Moon e outros responsáveis ONU, Bispos da Etiópia e Eritreia, Obras Missionárias Pontifícias e presidência da Conferência Episcopal de El Salvador


 

Intensa a atividade do Santo Padre nesta manhã, com variadas audiências. Antes de mais, em encontros sucessivos, a dez prelados da Conferência Episcopal da Etiópia e Eritreia, e depois, colectivamente, a toda a Conferência Episcopal.
A meio da manhã, aos 70 participantes no Encontro do Conselho dos Chefes Executivos para o Coordenamento das Nações Unidas, com o respectivo Secretário Geral, Ban Ki Moon.Segue-se outro encontro com os participantes no encontro anual das Obras Missionárias Pontifícias. Finalmente, o Papa recebe D. José Luis Escobar Alas, arcebispo de San Salvador, com os outros elementos da presidência da Conferência Episcopal de El Salvador.
Especial relevo assumiu o encontro do Papa com o Conselho dos Chefes Executivos das Nações Unidas, liderados pelo respectivo Secretário Geral Ban Ki Moon.O Papa Francisco sublinhou a necessidade de promover uma organização política e económica mundial que contraste as causas estruturais da pobreza, preserve o meio ambiente, assegure um trabalho decente para todos e proteja adequadamente a família.
Num discurso em espanhol, o Santo Padre começou por referir a recente canonização de João XXIII e de João Paulo II, mencionando “a paixão pelo desenvolvimento integral da pessoa humana e pela compreensão entre os povos”, que ambos revelaram e que especialmente o Papa Wojtyla exprimiu nas suas visitas às Organizações de Roma e às sedes de Nova York, Genebra, Viena, Nairobi e Viena.
O Santo Padre agradeceu aos responsáveis da ONU “os grandes esforços realizados a favor da paz mundial, do respeito pela dignidade humana, pela protecção da pessoa, especialmente dos mais pobre ou débeis e do desenvolvimento económico e social harmonioso”, patentes nos resultados obtidos pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio, sobretudo no campo da educação e da diminuição da pobreza extrema, mas insistiu na necessidade de nunca se conformar com os resultados obtidos.

No caso da organização política e económica mundial, o que falta ainda é muito, visto que uma parte importante da humanidade continua a ser excluída dos benefícios do progresso e, na prática, relegada a seres humanos de segunda categoria.

O Papa Francisco considera que novos “Objetivos de desenvolvimento sustentável devem ser formulados com generosidade e coragem”, de tal modo que garantir “resultados substanciais a favor da preservação do ambiente, garantindo um trabalho decente para todos e uma protecção adequada à família, elemento essencial de todo e qualquer desenvolvimento económico e social sustentável”.
Trata-se especialmente de desafiar todas as formas de injustiça, opondo-se à economia da exclusão, à cultura do descarte e à cultura da morte, que infelizmente se poderiam tornar uma mentalidade aceite passivamente.

A estes “representantes das mais altas instâncias da cooperação mundial”, o Papa Francisco recordou o episódio de Zaqueu, contado no Evangelho de São Lucas, com a “radical decisão de partilha e justiça” que este assume, depois de o olhar de Jesus lhe ter despertado a consciência.
“É este espírito que deveria estar na origem e no final de qualquer ação política e económica – insistiu o Santo Padre. É o olhar, muitas vezes sem voz, daquela parte de humanidade rejeitada, deixada para trás, que deve tocar a consciência dos agentes políticos e económicos, levando a opções generosas e corajosas, que tenham resultados imediatos, como a decisão de Zaqueu.” É este espírito de solidariedade e partilha que guia todos os nossos pensamentos e todas as nossas acções?” – questionou o Papa.
O episódio de Jesus Cristo e Zaqueu ensina-nos que a promoção de uma abertura generosa, eficaz e concreta às necessidades dos outros deve ser sempre acima dos sistemas e das teorias económicas e sociais.

Por news.va

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